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Por que Aiuruoca é conhecida como o paraíso do Ecoturismo?

Ecoturismo em Aiuruoca

Muito além de pão de queijo, café e cachaça, Minas Gerais é uma imensidão verde que vale a pena explorar. São muitas cidades pitorescas, destinos de ecoturismo, envolvidas por montanhas, com fauna e flora riquíssimas, céus estrelados, cachoeiras com águas cristalinas e quedas d’água energizantes.

Um verdadeiro aconchego natural, apelidado por muitos como o tesouro brasileiro, por conter experiências encantadoras através das cores, cheiros, seus sons, e a recepção de uma energia abundante, que emana a cada passo.

Neste potencial ponto turístico, está Aiuruoca. Um destino pouco conhecido e pouco explorado, que fica localizado na região sul de Minas, a 320 km do RJ (cerca de 4h de estrada) e faz parte dos circuitos turísticos Terras Altas da Mantiqueira e Montanhas Mágicas da Serra da Mantiqueira, englobando também o Parque Estadual da Serra do Papagaio e compondo a Estrada Real.
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Aiuruoca e o misticismo das florestas

Aqueles que curtem uma experiência mais esotérica, preferem hospedar-se no Vale do Matutu, uma Área de Proteção Ambiental (APA) que, percorrendo seus caminhos, oferece acesso à trilhas ancestrais indígenas até encontrar um dos também principais pontos da região, a Cachoeira do Fundo, com 130 metros de altura e cerca de 2h de caminhada, que escorre pelas pedras num morro com mata fechada, formando diversas quedas menores e pequenos poços.

 

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Cachoeira do Fundo – Fonte: Arena Lotus

 

O Vale é um convite para  oferecer-se ao descanso, permitindo-se conectar com o ambiente e apreciar a quietude.

É o lugar que abriga também uma comunidade alternativa, por isso, é tão conhecida como vale sagrado. Além de terem transformado os sítios numa RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), eles são formados por grandes profissionais e especialistas ambientais, desafiados a implementar a consciência ecológica na cidade.

No casarão do Matutu, é possível comprar comidas típicas da região, artesanatos tradicionais e receber informações turísticas.

 

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Vale do Matutu – Fonte: Arena Lotus

 

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Adrenalina e aconchego

Mas para aqueles que tem o espírito aventureiro e são trekkers de carteirinha, o ideal é ficar em Aiuruoca mesmo, devido ao indispensável Pico do Papagaio, com 2100 metros de altitude.

Um passeio que dura um dia inteiro, e com trilha de nível médio de dificuldade, sendo fundamental ir com um guia turístico. Chegar lá no topo é indescritível, de tirar o fôlego que sobrou da caminhada! É possível contemplar uma vista panorâmica impressionante, avistando o Pico das Agulhas Negras ao sul, a Chapada das Perdizes ao norte, e diversas elevações e cidades próximas, além do céu infinito e neblinas que acinturam as montanhas.

 

 

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Amanhecer no Pico do Papagaio – Crédito: Marlon Arantes

 

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Pico do Papagaio – Fonte: Blog 7 cantos do mundo

 

Graças à essa natureza surpreendente, Aiuruoca garante ao circuito turístico a nomeação de paraíso do ecoturismo.

Formada por  inúmeras nascentes, corredeiras, cachoeiras, vales, picos e trechos ainda preservados da  Mata Atlântica, além de caminhos decorados com as Araucárias, a cidade acolhe – e muito bem!- nós, aventureiros.

Com mais de 80 cachoeiras e ribeirões conhecidos na região que oferecem atividades ágeis unidas à mergulhos e experiências relaxantes, nós escolhemos a cidade pra fugir da rotina e do barulho e aproveitamos cachoeiras incríveis, como a Cachoeira do Batuque, Cachoeira das Fadas, Cachoeira Deus me Livre, Cachoeira dos Macacos,Vale dos Garcias.

 

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Cachoeira do Pocinho – Fonte: Blog Mochila e etc

 

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Cachoeira Deus Me Livre – Fonte: GeoCities

 

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Cachoeira das Fadas – Fonte: GeoCities

 

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Cachoeira dos Macacos – Fonte: Blog Fé no pé

 

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Cachoeira dos Garcias – Crédito: Marlon Arantes

Destino certo para o ecoturismo

Aiuruoca possui o rio com a nascente mais alta do Brasil, com 2.450 metros de altitude, o Rio Aiuruoca.

E isso já é o suficiente para fazer os amantes do turismo de aventura irem atrás da exploração, afinal, quem não adora conhecer lugares inexplorados, com cenários deslumbrantes e atividades com adrenalina?

 

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E aí, quem topa o desafio?

Sobre Isadora de Barros

Estudante de comunicação, carioca, vegetariana e amante da culinária, escritora e fotógrafa amadora, cultivadora de hortas urbanas, campista e fascinada pela natureza. Viver sem conhecer os limites é perder as melhores experiências, pois praticar trekking e atividades outdoor é um caminho para me conectar com a natureza. Viajar é uma maneira de me encontrar, porque cada partezinha do mundo é uma parte de mim também!